O que derruba o valor de um carro usado
Alguns fatores se resolvem com dinheiro. Outros ficam no carro para sempre, e são os que mais custam.
Atualizado em por Renata Coelho
Sete fatores derrubam o valor de mercado de um usado: passagem por leilão, sinistro comunicado, quilometragem alta, estado de conservação ruim, débitos em aberto, versão de entrada e demanda baixa do modelo. Os dois primeiros são permanentes; os demais admitem correção ou compensação.
Quatro dos sete fatores desta página aparecem numa consulta placa.
Os permanentes
- Passagem por leilão. Fica no histórico e reaparece em toda revenda futura.
- Sinistro comunicado por seguradora. Idem, com peso variável conforme a gravidade.
- Quilometragem registrada. Não retrocede, e adulterar é fraude que se detecta.
Os que se corrigem
- Débitos em aberto. Quitar restaura o preço integralmente.
- Estado de conservação. Reparo estético barato costuma se pagar na venda.
- Documentação irregular. Regularizar destrava a negociação inteira.
O que muitos esquecem
Versão de entrada com pintura e rodas parecidas confunde no anúncio, mas não confunde na verificação: a versão registrada é a que conta, como está em versão e opcionais.
Versão registrada, quilometragem, histórico e débitos no mesmo relatório.
Parceria comercial: recebemos comissão por consultas contratadas neste link, sem custo adicional para você. Como funciona
Para saber quais deles atingem o seu carro, consultar placa responde direto.
Perguntas frequentes
Quanto o leilão tira do preço?
Varia por modelo e classificação, mas é sempre relevante. Detalhes em quanto vale carro de leilão.
Vale a pena consertar antes de vender?
Reparo estético barato costuma valer. Reparo estrutural caro raramente se paga no preço de venda.
Multa em aberto atrapalha a venda?
Atrapalha a transferência, e por isso vira desconto direto no preço.
Carro sem histórico de revisão vale menos?
Costuma valer, porque o comprador precifica a incerteza que sobra.